Romançado

00:57

(Conseguir achar o texto perdido, mas para não disperdiçar o que eu fiz para substituí-lo - por mais "merda" que tenha ficado - fiz outro post)


Tudo o que envolve sentimentos nos interessa. Seja raiva ou amor, medo ou alegria. Mas, principalmente, quando ousamos falar e/ou inclusive definir o que é o amor. E daí surge aquela baboseria de drama, lágrimas e murmurações sobre o amor. Mas eu já joguei fora essa idéia de que "o amor me causou essa dor" e bla bla bla. Acontece que tal sentimento veio para a Terra por pura inôcencia com o desejo de promover o bem. É um conjunto de "tudo o que há de bom" somado a toda nossa capacidade de ser humano. E talvez, penso eu, que por ser tão bom parece impossível, e por isso acabamos estragando tudo o que poderia ter sido belo baseado no amor. Todas as risadas que poderiam ter sido dadas. Não falo de amor físico, apenas. Nem de amor apaixonado, só. Abordo a teoria geral do amor, aquela que desde a descoberta do senso existe a busca para a resposta sobre o que é amor. E cada pessoa apoia um ideal, e aí depende se o seu copo está metade cheio, ou metade vazio... Para uns o amor é a poesia mais puxa e enxuta que há de existir, para outros é o ato de sorrir e desejar de todo o coração um bom dia. Essa segunda vale mais a pena investir, garanto. Porque nós fomos presenteados (ou não) com o dom de complicar as coisas. Insistimos em achar complicado e dramatizar toda e qualquer simplicidade que Deus fez existir. Amar é isso. É sorrir e gostar, é dar um abraço e saber que há um coração que pulsa no outro que o recebe. É querer descobrir. Entender e explicar. É dar bom dia e querer que realmente isso seja fato. É fazer e não esperar nada em troca, afinal, meus amigos, se é por amor haverá de receber. É tomar um sorvete no auge do verão e sentir na pele aquela primeira chuva do ano. É uma conquista a mais, ou um fracasso que é transformado em oportunidade.

Por mais que isso esteja se assimilando a um comercial clichê, não ignore. Eu costumava negligenciar o clichê, porque é chato demais, salvo raras exceções. Mas até que um dia me disseram que se os clichês existem, é porque são verdadeiros (e necessários). E eu penso muito nisso quando quero escrever, porque ser clichê demais parece tão ignorante. E talvez seja mesmo, mas para mim o que importa é praticar o que diz. Hipocrisia não dá certo, rapaz. Não em relação aos outros, porque somos inocentes(haha) e caimos em muitas ladainhas, mas digo para si mesmo. Porque homem bom que é homem bom de verdade jamais quererá morrer sabendo que mentiu para si próprio durante toda a sua existência como ser humano. E como "dizem por aí" que o maior amor é o amor-próprio (acho que não preciso completar) ...

1 comentário(s)

  1. Olá!
    Gostei muito do seu blog e do comentário que fez no meu.
    Onde me achou, moça?
    Meu blog é praticamente visto só por mim! haha!

    Grande abraço!
    E visitarei sempre! =)

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Isabella Mariano

Blog com conteúdo autoral da escritora Isabella Mariano.

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